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A ÚLTIMA FODA COM O PADRINHO ANTES DO MEU CASAMENTO

Já confessei anteriormente, que a primeira vez que corneei meu marido, foi no quarto ano de casada, muito embora nos meus tempos de universitária, quando já namorava com ele, me tenha deitado com vários homens com o propósito de equilibrar minhas finanças depauperadas, e por isso não considere tê-lo então traído.
Tecnicamente porém, se nisto de pôr cornos ao marido, ou ao namorado, tem alguma técnica, e eu acho que não, basta apenas vontade, a primeira vez que lhe meti os chifres, foi dois dias antes do nosso casamento, realizado numa conservatória civil de um distrito do Minho, de onde o Rui é natural.
Meus pais, que residiam em Aveiro, chegariam na véspera, uma irmã viúva de minha mãe, com morada no Porto, viria com eles, eu mais nenhum familiar tinha, à excepção de meu tio por afinidade, e padrinho de baptismo, reformado do Ministério, que vivia na capital, sozinho na casa onde eu me criara ente os 12 e os 18 anos, porque minha madrinha morrera já com um problema nos ovários – fora, se se lembram, por causa dos ovários dela que eu fora violada, uns bons anos antes.
Hesitei em o convidar. Meu noivo sabia que eu perdera a virgindade com meu padrinho, aos 14 anos, e que carregara aos 15, perto de dois meses, um filho dele dentro de mim, que só não chegou a nascer – e ainda bem que não nasceu! – porque ele me forçou a ingerir uma solução alcalina, que embora dolorosa e que poderia ter tido consequências adversas, me resolveu o problema. Apesar disso, convidei-o. Como também já disse, não lhe guardei rancor por meu desfloramento precoce e forçado, eu gozei tanto como ele. Já não o via nem lhe falava desde que onze anos antes saíra de sua casa, e convidei-o porque quis talvez que o Rui conhecesse o homem que me despertara para os prazeres da carne, e que este constatasse que apesar de todas as adversidades, eu me formara sozinha, era advogada, meu noivo era advogado, e ia casar. E talvez ainda – nem eu sei bem porque o convidei, já alguns anos se passaram! – eu quisesse ver ainda, como é que ele me encararia depois de tudo o que houvera entre nós.
Os convites de casamento ostentando caracteres dourados tinham sido feitos numa gráfica. Receei que só um convite daqueles não fosse suficiente para fazer meu padrinho mover-se quase 400 quilómetros apenas para ver-me dar o nó com um individuo que ele nunca vira. Acrescentei por isso à mão, em letra legível: Gostaria muito de ter o meu padrinho, neste dia tão especial. Por favor não falte! Venha um ou dois dias antes para conhecer a cidade e podermos conversar. Beijos. Sandra. E o meu número de contacto. Nem eu sei porque fiz aquilo. Ao longo daqueles anos poucas vezes pensara nele. Talvez eu quisesse provar a mim mesmo e ao Rui, que apesar de casada eu não iria ficar amarrada a um único homem, nem prescindir das minhas malandrices, talvez nem imaginasse o que iria fazer de novo com meu padrinho, durante a sua estadia. Mas então porquê a minha insistência em que viesse? Não sabia. Uma coisa porém, tinha a certeza. Quando lhe endereçara o convite, e acrescentara aquelas palavras, não o fizera com a periquita húmida, como acontece sempre que sinto tesão. O que não me surpreende. Eu queria vê-lo, mas não sabia como o encontraria, e ele estava mais velho. Sabia lá se não perdera seu charme, seu jeito mulherengo, se lhe crescera a barriga, em suma, se nada nele, me despertaria o desejo!
Dois dias antes do matrimónio, tocou o telefone do escritório onde estagiava advocacia. Era para mim, e era ele. Meu tio/padrinho já me confirmara que viria, eu reservara-lhe um quarto numa residencial, e ficara de o ir buscar à estação. Mas não foi preciso. Desculpando-se em não me querer perturbar o trabalho, ele próprio tomara um táxi, estava na residencial. Estava combinado que ele jantaria comigo e com o Rui, nunca antes das 20h30 pois o Rui nesse dia não se despacharia mais cedo, e eu disse-lhe que passaríamos por lá um pouco antes.
- Desiludes-me, Sandra – a mesma voz sensual de outros tempos, talvez um pouco mais amadurecida ainda, ou pelo menos meu ouvido assim a achava - Então dizes que queres que venha uns dias antes para conversarmos, e logo na primeira vez que nos encontramos após uma década, tu queres que eu fique à espera que me apareças com o teu noivo?
Meu padrinho continuava o mesmo. Ao telefone adivinhava-lhe o seu olhar dengoso, seu sorrido guloso que ele punha quando queria comer mulher. Foi aí que a minha pachacha começou a humedecer. Ele viera na expectativa do que eu lhe queria dar, antes de assinar os papéis que me tornariam na esposa do Rui. Percebi que não iria terminar o dia sem levar com um cacete pela racha de minhas pernas dentro, e que o dono do cacete não seria o Rui.
- Pensei que não quisesse perturbar meu trabalho! – sussurrei.
- Não me dissestes que andas a sair do estágio às seis? Até às 8 e meia, temos algum tempo - e desligou.
Nessa tarde não saí às 6, mas pretextando afazeres relacionados com o grande dia, consegui que meu patrono me dispensasse às cinco. Passei pelo apartamento que eu e o Rui arrendáramos, e onde passamos os primeiros cinco anos de casados, tomei um duche, mudei a calcinha, vesti uma roupa mais informal e decotada, minhas mamas continuavam tesas, meu rabo carnudo, ainda que não em demasiada, revelava-se no contorno da saia, todos os homens gostam de lá passar a mão, meti-me de novo no carro, cheguei à residencial, pedi que me anunciassem ao hóspede do quarto 43.
Meu padrinho, agora na casa dos 60, tinha os cabelos mais grisalhos, mas apresentava a mesma figura desenvolta de sempre. A morte de minha madrinha não lhe deveria estar prejudicando a sua vida sexual, antes pelo contrário. Ele também se encantou comigo. Cordialmente deu-me um beijo na boca, e eu que sempre os nego aos meus amantes, não me furtei a ele.
- Continuas muito bonita, e com a mesma cara redondinha de sempre.
Fez-me sentar na cama, seu nariz roçou meus cabelos, notou o perfume de banho recente: - Hum! E cheirosinha como na nossa primeira vez!
Se tivesse uma pila, ela ter-se-ia posto de pé com certeza, tal a tesão e o alívio que senti ao ouvi-lo tocar no assunto. Não precisaria ser eu a fazê-lo!
- Diz lá, Sandra – continuou – foi bom não foi? Foi sempre bom, não foi?
- O tio violou-me! – acusei-o.
- Pois violei! Foste a única mulher a quem o fiz. E sabes porquê? Porque tudo em ti me dizia que só assim te poderia ter. E tu gostaste tanto como eu. E hoje estás aqui, porque sabes que não precisarei de te violar para te ter de novo. Ou não é assim?
Era.
- Teu noivo sabe dessa história?
Estava farto de saber, mas como poderia ser confrangedor para meu padrinho dizer-lhe que o Rui sabia, uma vez que eles se iriam encontrar e jantar juntos, disse-lhe que não, que ele pensava que eu perdera a virgindade com um namorado. Ainda hoje quando o corneio, gosto que os meus amantes pensem que me comem sem ele saber. Meu tio gostou da resposta, e começou a beijar-me e a morder-me os lábios, deixando-me ainda mais humedecida. Levantei a saia, e comecei a esfregar meu grelinho por sobre a cueca fina e transparente no aveludado da colcha que cobria o leito.
- Tenho coisa melhor para te esfregar a cona – e as suas mãos puxaram a cueca para baixo, minha cona ficou agora directamente pousada na colcha, as manchas de meu tesão ficaram impressas nela, mas já as mãos de meu tio se posicionavam por baixo dela, me esfregavam o clítoris, me acariciavam suave mas vigorosamente minha vagina em toda a sua extensão, seus dedos compridos acercavam-se de meu cu e afagavam-me as nádegas.
- Nasceste para foder – disse-me ele, e eu acho que é verdade – humedeces com uma facilidade!
Quando deitou sua cara sobre meu peito, no intervalo de minhas mamas, desapertei a blusa, e eu mesma tirei meus marmelos rechonchudinhos para fora, e com as minhas mãos os estendi em direcção à sua boca, para que ele os provasse.
- Oh, que maminhas bem feitas continuas a ter, Sandra! Que pena a tua falecida tia não tivesse umas assim! – e os seus dentes iam trincando cuidadosamente os mamilos acastanhados, fazendo-me gemer de prazer. Minhas coxas começavam a anunciar contracções, minha saia já fora completamente tirada fora, apenas conservava minhas sabrinas azuis nos pés, e ele agora enfiava um dedo, e a minha mão empurrava aquele dedo mais para dentro, até o sentir todo mergulhado, mas uma vez assim estacada, era a mesma minha mão quem o tirava fora e o voltava a mergulhar, cada vez procurando que ele entrasse e saísse o mais rapidamente da minha vagina, enquanto minhas pernas abriam e fechavam como gosto de fazer quando me masturbo. Aquilo não era tão grande e grosso como um caralho, mas sabia bem sentir aqueles socos, que apenas me tornavam mais receptiva para o assalto final.
Eu estava deliciada com aquilo que meu padrinho me fazia nas partes íntimas. Tão deliciada que pela primeira vez que me dava a um homem, sem ser por dinheiro, nem me lembrava de o acariciar, e lhe proporcionar também algum gozo, para além daquele que ele sentia mexendo em tais sitos. Foi ele quem me lembrou a necessidade de eu tomar uma parte mais activa em tal ritual de acasalamento.
- Estás-te quase a vir, e ainda nem me tocaste. Não penses que depois de te vires, eu me vou contentar em tocar ao bicho para me satisfazer.
Nem eu queria uma coisa dessas! Mandei então que parasse, e sentada na beira da cama, com ele de pé defronte a mim, baixei-lhe as calças, e as cuecas. Com grande deleite meu, sua piça ao ver-se liberta das peças que a asfixiavam, voou em direcção ao meu rosto, quase bateu no meu nariz, bastava-me erguer um pouco meu queixo e minha boca ficaria ao mesmo nível dela, ou então agarrar nela com as mãos e baixá-la um pouco, ela parecia estar mesmo a pedir para ser chupada. Na verdade agarrei nela com as mãos, sempre que fodo gosto de sentir o caralho teso nas minhas mãos antes de ser fodida por ele, mas não o encaminhei logo para minha boca, deitei-me com as costas para trás na colcha da cama e encaminhei-o para o rego das minhas mamas, como fizera tantas vezes com o Rui, nos nossos primeiros tempos de namoro, quando ainda não o deixava comer-me, e o fazia esporrar-se ali. Meu tio entendeu o que eu queria, e apertou minhas mamas, seus polegares pousados em meus mamilos não paravam de os massajar, a carne de um seio tocava a carne do outro, e a fenda comprimida, formada na junção das minhas mamas, devia assemelhar-se aos olhos dele, a uma gigantesca vulva onde o seu caralho penetrava, e em cuja massa de carne seus colhões suados batiam de cada vez que me socavam. Minhas mamas estavam completamente lambuzadas do leite dele, e eu gosto do sabor de leite de homem na minha boca. Uma leve batida na palma de sua mão, e meu padrinho compreendeu que lhe pedia para me libertar as mamas, o que ele fez prontamente, desta vez ele não me batia nem me impunha nada, como fizera no passado, mas ele tinha razão, agora de nenhuma coacção eu precisava para me entregar a ele, agora pelo contrário era minha mão quem indicava o caminho da minha boca áquele bacamarte teso, e o colocava lá dentro, bem em cima da língua, que por sua vez, em movimentos de sucção, o procurava fazer deslizar até ao mais fundo da garganta possível, embora isso me fizesse faltar o ar. Sua piça pingava cada vez mais, de vez em quando, demonstrando-me que o seu grau de excitação era cada vez maior, um ou outro estremeção mais incontido da glande depositava na minha boca uma quantidade um pouco maior de langonha, meu padrinho delirava tanto como eu, como devem imaginar.
- Só por um broxe destes, já valeu a pena sair de Lisboa, e vir por aí acima, ao Norte – reconheceu. E avisou-me – Noutros tempos, eu vir-me-ia na tua boca, e em pouco tempo estaria pronto a comer-te a parreca, mas agora a piça já não dá duas seguidas.
Nem seria preciso. È preciso é que um homem se aguente com ela em pé, enquanto tem a tomatada cheia, porque a mesma tesão pode dar para muitas fodas. E depois, não era em minha boca que eu queria que meu tio se viesse, mas na entrada de minhas trompas que queria sentir sua torrente morna e viscosa.
- Está bem – disse-lhe tirando a pixota – quero que ma meta no pito.
Eu nunca usara tal expressão com ele, e meu tio ficou surpreendido com o meu vernáculo.
- Estás cá uma depravada! – pois estava. Se ele soubesse tudo o que em matéria de sexo eu já fizera desde que abandonara Lisboa, poderia constatar que as lições que me dera em menina tinham servido para muita coisa!
Meu tio pressionou-me os ombros, percebi que me queria deitar para se pôr em cima de mim, mas eu disse-lhe que não queria foder na posição de missionário.
- Quero apanhar, por trás, á cão – exigi-lhe – E de gatas! – não o fiz apenas por gostar de apanhar por trás, mas sobretudo porque de quatro ele para me comer teria de se colocar de joelhos, o que me punha ainda mais entesoada.
Meu tio ficou excitadíssimo com a perspectiva da posição em que eu me iria colocar, como pude ver pelo balançar de sua pila. Prontamente, fez-me descer para o tapete, ajoelhou-se por trás de minhas costas, ajeitou minhas coxas com as mãos, uns segundos antes de me meter a piça na minha rachinha, esfreguei um pouco minhas nádegas na cabeça daquela, para que meu cu sentisse a langonha que a envolvia, e no momento seguinte, a sua pila grossa e dura estava a entrar pelo meu entre pernas acima, deslizou rapidamente tal o tesão em que nos encontrávamos ambos, num instante seus colhões me tocaram nos lábios como eu tanto gosto, e depois fugiam, e depois voltavam a tocar, e a pixota de meu tio acompanhava aquele movimento frenético de entra e sai, que me fazia sentir tão bem, porque era mais doce que o sabor de chocolate, seus joelhos encostavam-se mais aos meus por trás, e o meu cu ia ao encontro deles, procurando prensar-lhe os tomates como momentos antes ele me prensara as mamas, e capturá-los nas minhas coxas. Meu tio apesar da idade continuava tendo colhões duros e cheios, e era maravilhoso sentir sua dureza enquanto me socava a vagina com o pau, obrigando-me a gemer de gozo. Lembrei-me da tareia que levei de minha tia, quando ela descobriu que meu hímen fora furado por ele, e dos impropérios que me dirigiu, senti que tinha necessidade de os ouvir de novo, mas agora proferidos pelo meu violador do passado:
- Chama-me puta, vadia, o que quiseres, mas insulta-me – e apesar das vezes que ele me fodeu, aquela foi a primeira e única vez que o tratei por tu. Não sei o que meu padrinho terá pensado, mas enquanto seu cacete ia e vinha numa cadência endemoinhada por entre as minhas coxas, eu ouvia-o insultar-me, rameira, puta, cona larga, cadela, se te engravidar agora como da outra vez não me vou preocupar, pois já arranjaste pai para o cachopo… Com tais impropérios aumentava nosso tesão, sua pixota convulsionava-se cada vez mais dentro de minha ratinha, as mãos dele agarravam meu baixo - ventre, deslizavam por meus pentelhos, voltavam a afagar minha vagina, não dava para aguentar mais, vou-me vir, gritei, vem-te, disse-me ele, num tom seguro. Um jacto morno, aquoso foi expelido, eu estendi mais meus braços sobre o tapete da cama, minha cabeça aterrara completamente em cima dele, meu torso estava levantado para não perder pitada daquela ejaculação, meu líquido escorria, estava-me vindo ao mesmo tempo que ele, aquela foda fora boa, boa, boa, muito boa, meu tio/padrinho não perdera o jeito apesar da idade, assim se lhe conserve a verga por muitos anos pensei, deliciada, se não por mim, por ele e por muitas outras.


Aquela foi a última foda que dei antes de me casar, e a última com aquele homem que me tirara os três uma noite em que me apanhou sozinha em casa. O Rui jantou connosco nessa noite, mas não lhe contei nada logo, só mais de um mês depois soube desta minha traição nas vésperas do nosso casamento. Após o casamento, só o voltei a ver cerca de dez anos depois, no seu funeral. Poucos homens o acompanharam à última morada, mas mulherio não lhe faltava. E ao ver os olhares pesarosos que deitavam ao seu caixão, não duvidei que todas elas tinham provado o seu cacete com o mesmo gosto com que eu o provara enquanto ele teve vida.


Autor: SANDRA
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