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O CASTIGO DE UMA TRAIÇÃO

De todos os homens com quem andei o Rodrigo, com quem vivi um ano na República estudantil de …, em Coimbra, e que ainda hoje considero ter sido o meu primeiro namorado, foi sem dúvida o mais dominador de todos. Totalmente o contrário de meu marido.
Vou-lhes contar um episódio, que durante muito tempo procurei esquecer, pois me senti profundamente humilhada com ele – eu na época, embora já tivesse sido violada, ainda não me tinha começado a prostituir – e que atesta bem o seu carácter prepotente. Foi quase no final da minha vida comum com ele. O Rodrigo concluíra a cadeira em atraso de Medicina Legal que lhe faltava para ser médico, e esperava agora a colocação para um lugar de estagiário num hospital alentejano, de onde era natural, a que se candidatara. Eu sabia que nunca mais o veria, pois ele de mim só queria o meu entre pernas, e provavelmente seria expulsa da república em seguida, como aconteceu. Entretanto ocorreu o centenário da república (no calão estudantil de Coimbra, centenário não são 100 anos, mas um, de modo que todos os anos cada república comemora o seu centenário. Esta designação deve-se ao facto de ser voz corrente que um ano numa república de estudantes, equivale a 100 anos fora dela. E eu, como ex-república, posso comprovar ser verdade tal afirmação).
Pois nesse centenário, meu companheiro de cama, apanhou uma bebedeira de tal monta, que decidiu acabar a noite numa conhecida discoteca, o ETC. Eu conheci então o Zundapp, de quem já vos falei no meu 1º conto, que era um jovem de Coimbra que mais tarde seria preso por tráfico de droga, fumamos uns charros, e acabei fodendo com ele. Rodrigo nunca teria sabido de nada, se o queixinhas do Tomás, sempre despeitado comigo, não tivesse arranjado maneira de lho fazer saber. Estávamos na sala de jantar, toda a república estava presente, pois era a última reunião presidida por Rodrigo, e no final, após a aprovação das contas, ele voltou-se para mim, e perguntou-me se era verdade o que se tinha passado comigo e com um certo rapaz, na festa do centenário da República. Compreendi que ele já sabia de tudo, e não valia a pena negar, nem argumentar que ele nessa noite não fora ao ETC só para estar com os amigos, bebendo copos. Ou de que ele próprio já me entregara mais de uma vez ao homem da Solum. Confirmei-o. Atirou-me então à cara que eu era uma puta, algo que já sabia há muito, e que ele sabia muito bem lidar com putas como eu, que davam o pito por meia dúzia de charros ao primeiro traficante que lhes aparecesse. E ordenou, que em frente de toda aquela audiência – eram sete repúblicos, com ele incluído, entre os quais uma rapariga, a Rosa que ali vivia com o namorado, o Pedro que também assistia à reunião, nove comigo no total– eu me despisse completamente. Neguei-me com energia. Ele então ameaçou-me:
- Tu é que sabes, Sandra! Mas se não tiras a roupa, juro-te que quem ta tira sou eu, e te ponho imediatamente pelada no meio da rua. E depois não sei qual é o teu problema. Além de mim, aqui o Tomás já te viu sem roupa, muitas vezes.
Eu sabia que ele era suficientemente maluco para o fazer. Não é que estivesse frio na rua, mas eu não me apetecia correr a alta de noite sem roupa, procurando abrigo. A Rosa ainda me tentou defender, mas ele mandou-a calar com um berro autoritário. Para não piorar as coisas, resolvi assim cumprir as suas determinações, e despi-me totalmente, no meio da sala, de frente para ele, procurando ficar de costas para os restantes.
- Vocês não saiam daí, que vão assistir à última exibição pública do vosso Presidente! - ordenou-lhes ele – E duvido que o próximo (era o Tomás, o republico mais velho), vos venha a proporcionar outra como esta. Vou-lhes mostrar como um homem de colhões (ele tinha-os grandes, não havia dúvidas!) castiga uma puta que o corneia!
Puxou a cadeira onde se sentava para trás, e mandou-me ir ter com ele.
- Faz-me um broche à frente de todos! E ficas a saber que mijei há bocado, e ainda não lavei a piça!– exigia-me – mostra-lhes como és uma puta! – Relutei em fazê-lo, de novo me voltou a ameaçar – Se não o fazes imediatamente juro que te amarro e te deixo nua, no meio da ponte de Stª. Clara.
A Rosa, indignada, levantou-se, disse não ser obrigada a assistir àquilo, e saiu, no que foi seguida pelo namorado. Os poucos desejosos de os imitar, foram intimidados a não fazê-lo, pelo olhar acintoso que Rodrigo lhes dirigiu, mas a maioria estava desejosa de assistir à minha mamada. Eu então cheguei-me a ele, tirei-lhe o pau e os tomates da braguilha, e fiz-lhe um broche que o deixou mais relaxado, mas que me deixou a boca com o gosto do seu mijo. Rodrigo de vez em quando, como fazia sempre que fodia, ia soltando um pequeno esguicho de esporra que eu ia engolindo, mas sem ejacular muito. Quando o seu cacete, já bem entesado ameaçava não caber mais na minha cavidade bucal, ele mandou que me sentasse em cima dele, virada para a plateia, e enfiou-mo todo por baixo, sem me esfregar a vagina com as mãos como fazia sempre, e me abrir os lábios, deixando-me mais humedecida. Doeu-me aquela entrada, mas os seus movimentos pélvicos sobre as minhas nádegas eram deliciosos, o seu entra e sai por baixo, soberbo. E apesar da humilhação que sentia por estar ali sendo comida por ele, exposta nua aos olhares de todos, o meu sentido exibicionista fazia-me delirar com aquela situação, tanto mais que eu bem me apercebia que o inchaço que se formava nas calças de alguns denotava não ser só eu e Rodrigo que nos estávamos a entusiasmar. Quando se apercebeu que me estava quase a vir, ele veio-se primeiro, copiosamente, e tirou o pau fora, já murcho. Fiquei desiludida.
- As putas não têm de se vir! Existem para que os seus cliente se venham nelas. Mas dou-te oportunidade de te vires ainda. Afinal como estás habituada a levar com piroca de outro homem que não eu, e como estivestes a excitar estes meninos, que poucas vezes têm a oportunidade de irem ao pito, concedo-te que os satisfaças a todos, se é que eles não se esporraram já nas cuecas, e te procures consolar com a piroca de algum deles, como te deves ter consolado com a desse traficantezinho. O único que não vai ter direito a meter-ta vai ser o Tomás, pois já provaste da dele, e sabes que não é capaz de te satisfazer.
A cara de furioso do Tomás, não só por não me ir comer, como sobretudo por novamente ver revelada a sua pouca aptidão de montador! Eu fiquei contente, tanto que nem me importei grandemente de ter de abrir as pernas aos outros quatro. O filho da puta denunciara-me – só podia ter sido ele – mas iria mais uma vez tocar ao bicho para aliviar os tomates, deixando a sorte grande apenas para os restantes.
- Em cima da mesa, de pernas abertas! - impôs-me o recém-formado médico. Eu obedeci, Tomás protestava não ser justo ser o único sem direito a cobrir-me, dizia não se importar de ser o último, mas a única coisa a que teve direito foi assistir a tudo, espectáculo que ele aproveitou, sofregamente. Apenas um republico declinou a oferta de meu corpo e se retirou, e esse foi o Filipe, tal como eu aluno de Direito, e meu único e verdadeiro amigo naquela casa.
Como seu quarto fosse próximo, Rosa e o namorado, aperceberam-se do que se estava passando, e ela mais uma vez tentou proteger-me, irrompendo pela cozinha no momento em que o primeiro espalmando as mãos nas minhas mamas, se preparava para me penetrar, dizendo que a forma como me forçavam a ter relações com eles configurava um crime de violação, passível de intervenção policial, mas o Rodrigo ria-se:
- Violada já ela foi muitas vezes no passado, e nunca se queixou do violador!
Eu pedi-lhe então que se retirasse, que estava bem e não me passava pela cabeça queixar-me à polícia de nada. Rosa insistindo, mais ela do que o namorado em que se eu achasse estar sendo mal tratada gritasse, que eles tomariam providências, saiu. Gritei sim. Mas foi dos socos que os quadris dos rapazes me proporcionaram na vagina enquanto me penetravam. Primeiro o Berto, depois o Mário, finalmente o Toni. Eu vim-me enquanto estava sendo comida pelo Berto, e foi difícil e doloroso levar ainda com as pirocas dos outros dois. Mas aguentei-me claro. Ainda bem que o Filipe passara a vez, e o Tomás que apresentava uma enorme tumefacção na região do caralho, onde ele de vez em quando passava a mão, fora excluído da orgia. Os colegas gozavam com ele:
- Vá Tomás, não fiques só a ver! Toca uma punheta, anda lá! – Mas ele não o fez.
Ninguém usou preservativo. O que vinha a seguir, limitava-se a apertar-me a vagina, puxando-me as pernas o mais possível para trás, de modo a escorrer para o toalhete de papel, debaixo de mim, da melhor maneira, a langonha que o outro depositara, limpando-me depois com um guardanapo, como as putas da estrada, antes de me enfiar por sua vez o dardo. Quando o Toni se veio, deixei escapar um suspiro de alívio. Meu suplício terminara. Ao ver minha expressão, Rodrigo levantou-se da cadeira onde sempre estivera sentado, e veio ter comigo. Seu pau avantajado revelava-se novamente nas calças.
- Espero que tenham gostado da puta que vos arranjei! Estou convencido que de futuro bastará acenar-lhe com uma nota de cem escudos, para ela vos voltar a abrir as pernas. E não pensem que me vá incomodar com isso. E sabeis porquê? Porque de cada vez que esta puta deixar outro homem esvaziar os colhões na boca de baixo, como está habituada a fazer, vai ter de deixar esvaziar os meus na de cima, onde deve de estar menos acostumada.
E tirando-me da mesa, ordenou que me ajoelhasse frente a ele, de boca aberta, meu rosto muito próximo da sua cintura, e baixou totalmente as calças, exibindo seu caralho completamente erecto. Com as mãos posicionou a cabeça do dito mesmo na entrada de minha boca num plano ligeiramente inferior, para que quando se viesse sua esporra me penetrasse na boca, e exigiu que lhe lambesse a ponta com a língua estendida, e o fosse punheteando. Fiz o que me mandou, e após alguns minutos manuseando-lhe o membro, ele veio-se mais uma vez, inundando-me a língua e o rosto com o gosto quente e salgado do seu tesão.
- Vá engole tudo, puta! – ordenava – E lambe-me bem o caralho com a língua! Não quero ver-te a cuspir nada fora, se não vais assim como estás, para a rua. E limpa a esporra que te caiu na cara com as mãos. Isso! Limpa-a toda! E agora lambe as mãos!
Alguns dos repúblicos mostravam-se enojados com aquilo mais do que eu, que felizmente não tenha nojo de lamber ou engolir esperma. E só então, depois de ter limpo todas as gotas de esperma que me depositara, me deixou ir embora.
O episódio extravasou as paredes da república, e foi comentado por meia academia. Minha fama que já não era nada boa, caiu ainda mais a pique, e durante bastante tempo fiquei conhecida como a Puta da República do… Mas o Rodrigo, depois do castigo que me fez passar, continuou a dormir comigo mais duas semanas, até se ter ido embora de vez.


Autor: SANDRA
Avaliação: (256) Pontos | (2008) Click's  | Votar Nessa Matéria!  
 
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